PROTEGER SIM! EM DEMASIA É QUE NÃO!

Que sejam felizes!

É esse o desejo de todos os pais em relação aos filhos.

E, como é que isso se faz?

Cabe a nós pais, essa missão?

Em parte sim, em parte não!

        Em parte sim, porque somos os principais cuidadores. Somos nós os responsáveis por dar à criança tudo aquilo que ela precisa para crescer da forma que qualquer criança merece, falo em afecto, bom ambiente familiar, segurança, educação e saúde.

        Em parte não, porque a vida é da criança, e por muito esforço que exista da nossa parte, é de todo impossível controlar tudo o que acontece na vida da criança!

          A verdade é só uma, por mais que nos custe enquanto pais a aceitar…

Nunca vamos conseguir controlar tudo!

       Mas há muitos pais que mantém o esforço, e esforçam-se muito, eu diria acima dos limites do razoável! Transformam-se em pais superprotetores, que só deixam a criança respirar sozinha, porque de resto a criança está sempre debaixo das suas asas!

       É verdade, que eu própria já tive esse impulso, mas consegui controlá-lo! Como mãe senti que o tinha de fazer… Não é a proteger em demasia que vamos conseguir proteger os nossos filhos de todos os males! Pelo contrário, ao proteger em demasia, vamos transformar os nossos filhos em adultos dependentes, sem vontade própria e sem iniciativa.

    A criança precisa desde cedo de aprender a ser autónoma…  A criança tem de aprender a fazer por si, tem de ser incentivada a expressar opinião, a pensar pela sua cabeça e nunca só porque o outro diz que é assim… !

Se for preciso cometer erros para aprender…

Deixe a criança cometer pequenos erros… ! Não procure o filho perfeito!

Eu não proíbo o meu filho de escalar até ao local mais alto do parque recreativo, só porque o meu coração fica apertado de tanto medo que ele se possa magoar!

Eu não faço ou corrijo pelo meu filho os trabalhos da escola só para o impedir de ser alvo de uma advertência do professor!

Como qualquer outro pai ou outra mãe, protejo e preparo… mas sempre em modo q.b.(quanto baste)!

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