EXPOSIÇÃO SOLAR EXCESSIVA – O QUE FAZER?

Verão pede Sol, pede calor… Mas o Sol, depressa pode transformar-se num inimigo! A exposição solar em excesso pode trazer alguns sustos.  Algumas situações podem ser preocupantes e necessitar de assistência hospitalar, nomeadamente: insolação, queimadura solar, desidratação.

Insolação

É a situação mais perigosa. Acontece quando a exposição excessiva ao Sol provoca uma subida repentina da temperatura corporal. Os sinais de alarmes são pele vermelha, quente e seca, pulso rápido e forte, dor de cabeça, tonturas, náuseas, confusão e perda de consciência.

O que fazer?

  • Levar de imediato a criança para um local fresco ou para uma sala com ar condicionado;
  • Se criança inconsciente chamar de imediato o 112;
  • Remover o vestuário em excesso;
  • Refrescar a criança aplicando toalhas húmidas ou pulverizando com água fria o seu corpo.
  • Arejar a criança agitando o ar vigorosamente.
  • Se criança consciente, dar líquidos à criança para beber (água ou sumos de fruta natural), mas atenção que não devem estar muito frios. As bebidas desportivas são uma boa opção para repor o sal e a água que a criança perdeu através da transpiração. As bebidas açucaradas são uma má opção porque interferem com a capacidade do organismo de controlar a temperatura corporal.
  • A criança deverá ser observada numa urgência hospitalar.

 

Queimadura solar 

É uma queimadura na pele produzida pela exposição excessiva à radiação ultravioleta.

O que fazer?

  • Em caso de queimadura, a criança deve ficar um ou dois dias sem apanhar sol até a pele acalmar.
  • Beber líquidos (água, leite, chá e sumos naturais) em grande quantidade, não demasiado doces e à temperatura ambiente.
  • Se a queimadura for grave, deve recorrer à urgência hospitalar.

 

Desidratação

A desidratação ocorre quando há perda aguda de água e de sais minerais do organismo. Os sinais de desidratação variam conforme a sua intensidade. Sintomas como aumento da sede,  irritabilidade, diminuição do volume de urina, perda de elasticidade da pele e olhos encovados precisam ser identificados o mais breve possível. Nos casos mais graves, o quadro pode ter crises de torpor, pressão baixa e ausência de urina.

O que fazer?

  • Aumentar a ingestão de água ou sumos de fruta natural sem adição de açúcar, mesmo sem ter sede.
  • Recorrer ao serviço de urgência hospitalar.

 

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